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NOTA OFICIAL
A Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba - ASPAS - vem a público reafirmar, de maneira firme e incondicional,…
Tese de Procurador da Paraíba questiona imutabilidade da coisa julgada em defesa da ordem econômica
Fortaleza, CE – A segurança jurídica da coisa julgada, reconhecida como uma das principais garantias constitucionais, foi tema de…
A Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba (ASPAS) manifesta seu mais profundo repúdio à charge publicada pelo jornal Folha de S.Paulo no último sábado (09/05).
Ao instrumentalizar o falecimento precoce da magistrada Mariana Francisco Ferreira, de apenas 34 anos, o periódico ultrapassa a fronteira da crítica institucional para adentrar o campo da desumanidade. A liberdade de expressão, pilar indispensável da democracia, não pode servir de salvo-conduto para a crueldade ou para o vilipêndio à memória de uma mulher trabalhadora em pleno momento de luto familiar.
É inadmissível que um veículo de tamanha relevância histórica permita que o debate sobre prerrogativas da magistratura ignore a dignidade humana e a dor de uma perda irreparável. A “maldade expressa” no conteúdo ignora o sacrifício pessoal e a trajetória de uma servidora pública, convertendo tragédia em sarcasmo de baixo nível.
A ASPAS lamenta profundamente tal postura, considerada indigna de um jornal que se diz a serviço dos valores democráticos.
Prestamos nossa integral solidariedade aos familiares, amigos e colegas, reafirmando que o respeito à vida deve preceder qualquer contenda política ou editorial. ...



